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Et tu, Brute?(também twitas?)
Este post é apenas uma forma de recapitular cerca de 25 meses da minha presença no twitter.
Tendo entrado nisso por influência de um amigo, um dos dois primeiros portugueses a usar twitter – não Paulo Querido, não foste o primeiro como dizem por ai… – por uma questão de curiosidade em experimentar.
Ao inicio a sua utilização era mais reduzida a trocar mensagens com meia dúzia de amigos que já usavam o serviço. Com o passar do tempo comecei a usa-lo como fonte de informação direccionada, seguindo algumas pessoas cujos textos em blogs, sites ou mesmo jornais me interessavam.
Pelo meio, fui eu próprio começando a deixar a minha presença, pondo pensamentos a vista de todos, a colocar imagens pelo TwittPic, a usar no telemóvel, quer pelo próprio portal móvel do twiiter, quer pelas aplicações pelos telefones que fui adquirindo e usando.
Se no inicio, a ideia do twitter se resumia pela frase “O que está a fazer ? ” agora será “O que está a acontecer”. Hoje ponho o que vejo, leio e penso, sigo jornais e blogs, pessoas e entidades, até ao ponto de ter vários seguidores que apenas lá estou por coisas que eu digo – como referencias a marcas ou empresas – ou porque me encontraram através dos “trending topics”, algo que antes nunca teria sido pensado, aquando da sua concepção.
Para mim, o Twitter não é uma rede social, é sim um vortex de informação. Sejam noticias oficiais, o que os meus amigos fazem, uma foto do gato da vizinha de prima do tio do cunhado da pessoa que foi fotografada pelo pai de um amigo meu, ou simplesmente um passatempo ou uma oferta que uma empresa está a fazer.
O Twitter cresceu, talvez mais do que os próprios criadores esperavam, e hoje é um fenomeno global, ao ponto de já ter trending topics pagos – e em breve publicidade, não dúvido – e todos já terem ouvido falar, apesar de nem saber o que fazer com ele.
Já li, no final do ano passado que “the next big thing” seria o FourSquare. Eu acho extremamente interessante, e já uso há algum tempo, uma vez que tenho uma aplicação dedicada no meu BlackBerry para o efeito. Em Portugal vai demorar a atingir as vantagens e o impacto que tem noutros locais, mas não deixa de ser algo de engraçado.
Vamos ver que novidades nos vão trazer os anos vindouros…
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Férias! Quero Férias!
Pois é, como a maioria dos Portugueses também eu quero férias! Aliás, estou a desesperar por elas… Preciso de um tempinho para poder descansar o corpo, e principalmente a mente…
Este últimos tempos foram extremamente desgastantes, devido a ritmo e trabalho intensos. Neste momento, toda a minah atenção está focada no mês de Julho, quer pela chegada das férias, quer por ser a altura do meu casamento. Portanto, às férias acrescentem-se os dias de licença e vão ser uns ricos dias de descanso. Portanto, a partir do final de Julho é possivel que esteja completamente ausente destes mundos virtuais.
Não obstante, tenho andado a ver vários tutorais e posts no sentido de criar um tema especifico para o blog. Não sendo uma novidade, até porque faz parte desta lista, é algo que considero ser um objectivo pessoal de aprendizagem. A isso pretendo juntar um tema para o twitter com o design de modo a unificar e criar uma coerência em termos de imagem on-line.
Até porque, se tudo correr como espero que corra, irei iniciar o Mestrado em Multimédia e não queria parecer muito nabo à beira dos colegas
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And now, for something completely different
Nos últimos tempos, tenho andado extremamente cansado e um pouco stressado, O facto de se aproximar o final do ano lectivo no secundário leva-nos a uma perspectiva mais intensa, no qual temos de contrabalançar vários factores nas reuniões de avaliação, aliado ao trabalho administrativo que essas reuniões implicam. Passada essa fase, tenho algumas vigilâncias respeitante ao Serviço de Exames, que é obrigatório, e algumas aulas aos meu alunos da noite,assim como reuniões para encerrar o ciclo formativo de outros alunos da noite.
E ai acaba por incidir um pouco de stress. A parte administrativa/burocrática da profissão docente, é para mim, mais do que aborrecido, desgastante. Isso porque implica sempre reuniões, actas, grelhas, pautas, etc., que sempre foi aquilo que me causou sempre um pouco de “impressão” no que respeita a esta profissão.
Para mim, nada se compara ao burburinho das aulas, o cheiro a giz/marcadores, livros de pontos e ruido de cadeiras a arrastar. Sinto prazer em poder dar aulas, é para mim um privilégio – e dado a dificuldade e precariedade que existe no nosso sistema de ensino para quem está a começar, privilégio será mesmo o termo certo – poder ter alunos, a quem ajudo a aprender, tiro duvidas, presto esclarecimentos e tento contribuir com um pouco mais do que vem descrito no programa.
Pois para mim, ser professor não implicada educar, implicar sim formar, no sentido curricular, mas também implica interagir com eles, causar duvidas, provocar pensamentos, questionar atitudes e poder ajuda-los, seja da matéria ou não. Acho que isso é um professor, pois foram assim os meus, desde que entrei na escola até passar pela própria faculdade, e onde tirei “moldes” para construir um pouco o professor que sou hoje.
Tenho ainda que fazer referencia ao meu estágio, e portanto à minha orientadora e primeiros alunos por me moldarem também. No caso destes ulmos, uma turma nada convencional, direi mesmo que, em teoria, seriam os últimos alunos que alguém deveria ter em estágio, mas que me permitiram ver logo que não existem turmas ideais e que por vezes são pequenas conquistas que tem grande valor.
No caso da minha orientadora, revejo agora grande parte dos reparos que me fazia durante o estágio e a questão de postura e relacionamento com os alunos, que apenas me fizeram crescer como professor e melhorar a minha relação com os alunos.
Enfim, é caso para dizer que estou um pouco triste com o final das aulas do secundário, também devido à incerteza que encerra o proximo ano lectivo, mas acima de tudo feliz por ter conhecido esta escola onde estou a dar aulas, um grupo de colegas simplesmente fantástico – Os Cinco, por sinal – e os alunos, com que partilhei os meus dias e gostei imenso de ajudar a aprender a crescer neste ano lectivo.
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Olha, estes são artistas :)
Andava eu nas minha leituras habituais, e deparo-me com este post. Se já o proprio conceito de pegar numa tablet e por a correr outro OS que não o de origem é,no minimo, interessante, fui ao fórum dos proprietários da JooJoo e andei a cuscovilhar.
Pelo meio encontrei esta imagem:

Ora, se o iPad corre iPhone OS, e o hardware não será muito inferior a este JooJoo, entendo que a opção que a Apple seguiu poderá ser no sentido de aproveitar o que já existia do iPhone, a propria familiaridade dos utilizadores e a enorme comunidade de developers. Embora ache interessante o iPad, principalmente a opção de comprar comics para consumir na forma digital – o proprio OS não me agrada.
É intuitivo? É. É visualmente agradável? Também. É fluido e responde bem aos comandos do utilizador. Sem dúvida.
Mas acho que uma tablet deve ir mais além. E por muito bom que seja ver um video ou ouvir música num iPhone, num iPad parece-me estranho (ok, admito que ainda não tive oportunidade de experimentar um, e portanto baseia-se um pouco em hipótese )
Pelo contrario, quando vi a Exopc Slate fiquei com a pulga atrás da orelha, assim como no caso da JooJoo ou da Notion Ink Adam. Penso que o iPad é redutor, e em termos de Mobile OS o Android seria melhor opção, devido a ser mais aberto, permitindo que possa ser mais modificado de acordo com o hardware e os utilizadores. No entanto, a minha preferencia ia no sentido de um OS completo. Ubuntu Netbook Remix anyone?
UPDATE:
Meego pré-alpha no video abaixo (thanks @relva)
Just Awesome! Para quem já usou um dispositivo com Maemo, são capaz de ver algumas semelhanças.
A fluidez do interface e a forma de navegação está brutal mesmo…
Mais um dia, mais uma novidade
Neste caso é o JoliCloud que apesar de não ser novo tem evoluido. E segundo a noticia, o novo intercafe é em HTML, o que quer dizer que está muito interessante e será, à partida customizavel, mais do que se fosse Gnome ou KDE.
Parece-me é que vou acabar por gastar dinheiro numa coisa destas, definitivamente
Já me estoua a imaginar a reordenar aquilo de forma muito “sui generis”
Isto só vem provar que é preciso ter os olhos abertos, e que nem só de Apple vive a tecnologia e a inovação





